Archive | Agosto 2009

Gentileza gera gentileza…

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“Não é de graça, mas o preço
a ser pago no final vale a pena”…

Nos tempos modernos é cada vez mais comum a pressa, a falta de tempo, entre outras coisas que faz com que sejamos uma espécie de robô: não temos tempo para conversar com o moço da banca do jornal (o que? Tem um moço na banca onde eu compro o jornal? Nunca reparei)… Não conhecemos mais as pessoas pelo nome e nem reparamos que temos vizinhos…

Enfim, o ser humano está cada vez mais se isolando em seu cotidiano…
E para onde vamos com isso?

Eu cresci ouvindo meus pais dando bom dia as pessoas (algo raro hoje em dia). Vi minha mãe inúmeras vezes chamando o dono do Empório pelo primeiro nome, dizendo a ele como estava meu pai, eu e a família toda. O senhor da banca de jornal sabia de cor o que a gente lia em casa e reservava as nossas revistas favoritas. Lembro que ao saber que ele estava doente, ficamos sentidos e mesmo o filho substituindo-o, não era a mesma coisa… Era como se ele fosse um intruso naquela banca e sinceramente, as revistas ficaram tão sem conteúdo durante o tempo em que ele esteve doente…

E eu aprendi a dar bom dia as pessoas, mesmo sendo estranhos com os quais ocasionalmente me encontro durante uma simples caminhada… Sei o nome da caixa do mercado onde fazemos nossas compras – com a qual sempre tenho uma animada conversa as quartas-feiras (dia de compras por aqui)…  Outro dia, ao passar num outro caixa ouvimos dela “então quer dizer que vocês não quiseram passar aqui comigo hoje? Então eu não quero mais conversa com vocês”. Risadas da nossa parte, da parte dela e da caixa que estava nos atendendo, que retrucou “não tem  importância, eu falo com vocês”…

Eu também sei o nome de todas as pessoas das bancas onde compramos nossas frutas e legumes lá na feira. Com alguns até converso em italiano ou pelo menos tento, já que a maioria inventa um novo idioma ao tentar falar algumas palavras do idioma. Mas isso também é um excelente motivo para dar muitas gargalhadas… 

Isso tudo faz muito bem a alma e a mente. São pequenos momentos que servem para uma desconstrução de nós mesmos… E o que vem a seguir é a reconstrução de nossas vilas e aldeias, é assim que surgem os versos, as frases, os personagens porque o ser humano é exatamente isso: uma constante troca, ainda que seja de um simples bom dia porque como dizia meu pai “ninguém é tão pobre que não possa dar um simples bom dia e ninguém é tão rico que não possa receber

Resumindo: é urgente encontrar tempo no nosso dia a dia para coisas pequenas e simples que nos levam de encontro a essa porção humana que temos em nós. Nada disso é de graça, mas eu posso assegurar que o preço final compensa…

 


coisas do blog 013
Lunna Guedes é poeta, escritora, bruxa, um pouco disso, um pouco daquilo… Escreve no blog Casa do Mago as segundas e sextas-feiras e diariamente em seu Blog Teorias Impossíveis


Esse texto expressa pura e simplesmente a opinião do autor sobre o assunto, não se trata de uma crítica ou agressão as diversas formas de religião existentes.

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Esta obra está licenciada sob uma
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Cozinha da Bruxa: Doce de Abóbora…

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Um dos doces favoritos da Lu nessa epoca do ano é justamente o Doce de Abobora e cá entre nós é muito bom e o mais interessante: não tem mistério e é delicioso.

Para fazer o doce, você vai precisar de:

1 kilo de abóbora picada
2 xícaras de açúcar
100 gramas de coco ralado

Descasque e pique a abóbora em pedaços não muito pequenos. Coloque em uma panela junto com o açúcar, deixando cozinhar em fogo brando.

Com a ajuda de uma colher de pau, vá mexendo lentamente os pedaços de abóbora até que eles se desmanchem naturalmente. Deixe cozinhar até secar quase toda a água.

Por fim, acrescente o coco e deixe cozinhar por mais alguns minutos, o bastante para o coco cozinhar…

Deixe esfriar e sirva, acompanhado de pães, biscoitos ou sozinho mesmo.

Eu já provei esse doce aqui em casa e já estou ancioso para prová-lo novamente.
Grande abraço

mio amore no banco do brasil Marco Antonio descobriu o universo dos blogs há pouco tempo, ao mesmo tempo em que descobriu o prazer de transformar madeiras que são jogadas no lixo em pequenas coisas interessantes… Artesão desde então, ele criou o blog A Casa do Mago no qual escreve sem compromisso sempre que possível… Praticante da Arte desde 2004 – ele, sem dúvida vive em constante estágio de aprendizado…

A lenda do Rei Fomor: Balor…

image Balor era um Rei Fomor, que também era conhecido por Balor do Olho da Maldade, pois poderia matar qualquer homem a quem olhasse com raiva.

Já era um homem velho e sua pálpebra pesava tanto sobre seu olho que eram necessários homens com cordas e polias a fim de levantá-la, para que ele pudesse matar seus inimigos…

Contra a tirania de Balor, os Tuatha Dé Danaan continuavam a lutar, mesmo sobre a liderança de Nuada, e esperavam por um salvador.

Balor certa vez, ouviu uma Profecia Druídica, na qual ele foi advertido que seria morto por seu neto. Sua única filha era Ethlinn, e para evitar que seu destino fosse cumprido, aprisionou-a numa imensa torre em Tor Mór, na Ilha de Tory. Doze mulheres a vigiavam e tinham ordens de não permitir que ela jamais olhasse para o rosto de um homem, e neste local, Eithlinn tornou-se uma bela e jovem mulher, tão solitária quanto o vôo do condor na infinitude azul…

Enquanto isso, na principal ilha da Irlanda, viviam três irmãos: Kian, Sawan e Goban. Kian possuía uma vaca mágica, cujo leite era tão abundante que todos tinham inveja dele e desejavam sua vaca e nessa longa lista estava Balor.

Um dia, Kian e Sawan chegaram à casa de Goban, para que novas armas fossem forjadas.  Kian dirigiu-se à forja, deixando Sawan guardando a vaca. Mas Balor apareceu, sob a forma de um pequeno garoto de cabelos vermelhos, dizendo ter ouvido o irmão dizer que usaria o melhor aço para sua própria arma, deixando o metal comum para Sawan. Enraivecido, Sawan correu para dentro da casa, enquanto Balor fugiu com a vaca, levando-a para a Ilha de Tory.

Kian, perturbado com sua perda, fez uma visita à grande Druidisa de nome Biróg, que enviou os irmãos à Ilha de Tory, trajando roupas de mulher. As guardiãs de Eithlinn pensaram que eles tinha chegado à costa fugindo de um abdutor, e ofereceram abrigo. Enquanto Biróg fazia as guardiãs dormirem com um feitiço, Kian ganhou acesso à Princesa Eithlinn, e ela deu a ele seu amor. Não demorou para que as guardiãs de Eithlinn descobrissem o que tinha acontecido.

Temendo a fúria de Balor, elas convenceram Eithlinn que tudo não passava de um sonho, mas no devido tempo, Eithlinn era mãe de três filhos, e a notícia chegou a Balor que ficou enfurecido diante da notícia. Ele então ordenou que os três filhos de Eithlinn fossem afogados num dos redemoinhos da ilha.

A caminho para cumprir suas ordens, um dos homens de Balor uma das crianças caiu numa pequena baía. Para evitar problemas, os homens de Balor confirmaram que haviam cumprido a missão a eles imposta, mas eles só haviam afogado duas das três crianças.

A criança que caiu na baía foi resgatada por Biróg, que a devolveu ao seu pai, Kian que por sua vez a entregou ao seu irmão Goban, que deu a ele o nome de Lugh e ensinou ao garoto sua profissão.

“Amedrontador era o trovão que caia sobre o campo de batalha; o grito dos guerreiros, a quebra de armaduras, o brilho do choque de espadas; de força; a música e harmonia dos dardos e o canto das lanças.”

Os Fomors novamente precisaram defender seu território e para isso trouxeram seu campeão Balor, e diante de seu Olho da Maldade, Nuada e muitos outros Danaans caíram. Mas lá estava Lugh (o neto de Balor) que dele se aproximou atentamente aos movimentos de sua pálpebra e quando observou o movimento lento de levantar-se da pálpebra, ele lançou uma enorme pedra em seu olho, que penetrou no cérebro de Balor, matando-o.

Enfim, o destino de Balor prevaleceu, ele fora morto por seu neto… E os Fomors foram expulsos, perdendo seu poder sobre a Irlanda para sempre e Lugh foi feito Rei após a morte de Nuada.

 


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Lunna Guedes é poeta, escritora, bruxa, um pouco disso, um pouco daquilo… Escreve no blog Casa do Mago as segundas e sextas-feiras e diariamente em seu Blog Teorias Impossíveis

Artigos anteriores sobre o mesmo tema:
A lenda da filha do Rei da Juventude
As muitas lendas Celtas
Uma nova realidade na ilha
A civilização Nemed
Os Celtas na Irlanda
A religião Celta
Os bárbaros estão chegando
Os Celtas chegam a Etruria
O povo Celta
Um pouco da história do povo Celta

Esse texto expressa pura e simplesmente a opinião do autor sobre o assunto, não se trata de uma crítica ou agressão as diversas formas de religião existentes.

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Arranjo com Folhas Secas para Mabon

Um dos costumes de Mabon é fazer “arranjos” com folhas secas para enfeitar a casa – já tinha lido em revistas que há diversas maneiras de fazer esses arranjos, então fui pesquisar.

Acabei encontrando um jeito bem legal e diferente de fazer um belo arranjo para o altar e para a mesa do banquete.

A dica “faça você mesmo” eu encontrei nesse blog aqui:

 

A Arte do Mago III

A pedido da Lu, fiz esse “Baú de Mabon” para ela e acabou que gostei do resultado final, então resolvi exibí-lo na Casa do Mago também…

Espero que gostem tanto quanto eu gostei do produto final que foi feito a partir de um compensado de porta que eu tinha aqui em casa. Após remover a porta vai e vem do closed, sobrou material e eu o reaproveitei.

Então, o que acham?

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Material utilizado.
Compensado de revestimento de porta

Detalhe.

Peça envernizada

Tamanho da peça:

12 centímetros de largura
20 centímetros de cumprimento
09 centímetros de altura

Quantidade disponível para venda:
02 peças

Valor da unidade.
R$ 30,00

Entrega via Sedex:
Para São Paulo e interior 03 (cinco) dias úteis
Demais localidades 06 (seis) dias úteis

Encomendas:
E-mail. eng.marcoguedes@gmail.com
Fone (11) 9355-1774

Um pouco de arte?!?

Eu cuido da minha casa,
mas por que não cuido da minha cidade???

1568986882_largeEssa pergunta está comigo já há algum tempo e eu explico porque. O normal é achar que é trabalho da prefeitura manter todos os espaços públicos, as praças, os parques, as calçadas, as ruas e por aí vai…

Pois bem.
Eu já vou avisando que não concordo com nada disso. Estava lendo o livro The Guerilla Art Kit onde Keri Smith, uma artista canadense defende a idéia de que a cidade pode ser um lugar para nos expressarmos ou simplesmente deixarmos nossa mensagem. O livro trás várias sugestões como: jardinagem…

Não seria legal? Você vai precisar de sementes, alguns instrumentos (mágicos) como:  adubo, um balde, água, um pouco de argila em pó e vamos lá fazer uma bela “bomba de sementes”. O mais legal nessas “bombas” é que elas vão germinar mesmo que não estejam enterradas ou que venham a ser regadas. Um trabalho sensacional que é bem simples de fazer. Depois de construir suas “bombas” é só sair expalhando pelos lugares que precisam de um pouco de cor… Claro que sua cidade deve ter algum lugar carente de cores, não é mesmo? Afinal, qual cidade hoje em dia que não precisa?

Faça turismo pelo seu bairro. Olha, essa é ótima porque há quanto tempo você mora no mesmo lugar? Eu estou por aqui  (Alto da Lapa) há muito tempo e não pense que eu o conheço como a palma da minha mão. Negativo. Mas a idéia legal é você caminhar diariamente e conhecer praças, monumentos, casas antigas e tudo mais que a paisagem oferecer a você. Pode ter certeza de que você irá se surpreender…

Lembretes artisticos. E que tal você aproveitar seu passeio para deixar bilhetes, cartas, um livro, um poema em algum lugar? Essa idéia foi a que mais me agradou. E já pensei comigo vários lugares onde eu deixaria um simples bilhetinho “árvore antiga do tempo da minha  infância a esquerda, me ajude a cuidar dela para que a minha infância não se perca repentinamente”.

A autora do livro tem um site: www.kerismith.com

mio amore no banco do brasilMarco Antonio descobriu o universo dos blogs há pouco tempo, ao mesmo tempo em que descobriu o prazer de transformar madeiras que são jogadas no lixo em pequenas coisas interessantes… Artesão desde então, ele criou o blog A Casa do Mago no qual escreve sem compromisso sempre que possível… Praticante da Arte desde 2004 – ele, sem dúvida vive em constante estágio de aprendizado…

A Lenda da filha do Rei da juventude

Earthlore Explorações - Irlanda: Conto do Coração: Niam & Oisin na Terra da Juventude
Conta a lenda que enquanto Finn e seu filho Oisin, junto a vários companheiros, caçavam em uma manhã de verão pela margem do lago Lena – descobriram “ao acaso”  uma belíssima jovem montada em um belíssimo corcel branco.

Ela vestia um belíssimo raje de rainha: coroa de ouro e um manto de seda marrom que a envolviam e arrastavam pelo solo. Seu Cavalo levava adornos dourados que reluziam como o mais puro ouro de toda a região.

A donzela se aproximou de Finn e com ele falou:

_ Desde longe vim e te encontrei, Finn, filho de Cumhal.
_ Qual é sua terra, donzela, e o que desejas de mim? Indagou ele.
_ Meu nome é Niam, a do cabelo dourado. Sou filha do rei da Terra da Juventude, e o que me trouxe aqui é o amor pelo vosso filho Oisin.

Então ela esqueceu-se de Finn e falou com o jovem guerreiro Oisinl. Sua voz era tão agradável que era impossível negar-lhe qualquer pedido feito ali:

_ Virá comigo, Oisin, à terra de meus pais?
_ Contigo irei até o fim do mundo. Disse ele.

Então a bela donzela falou a ele sobre sua terra, e enquanto o fazia, uma sensação agradável de sonhos inundou todas as coisas: nenhum cavalo se moveu, os cães deixaram de latir, nenhum som do vento mexeu as folhas do bosque. Os homens ficaram tão maravilhados que de tudo o que ela falou, só puderam se lembrar:

É uma terra deliciosa, acima de todos os sonhos
Mais bela que qualquer coisa jamais vista pelos olhos.
Lá todos os anos têm frutos nas árvores.
E durante todo o ano as plantas florescem.

Ali as árvores mel selvagem gotejam.
E o vinho e o hidromel nunca terminam.
Nenhum habitante conhece a dor ou a doença
E a morte ou decadência nunca estão perto de lá.

A festa nunca se interrompe nem a caça cansa,
Nem tão pouco para de tocar as músicas dos salões;
O ouro e as jóias da Terra da Juventude
Brilham com esplendor jamais conhecidos por homem algum.

Terás cavalos de boa linhagem
Terás cães que correm mais que o vento
Uma centena de guerreiros que o seguirão nas batalhas
Uma centena de donzelas que cantarão para que possas dormir.

Uma Coroa do Soberano levarás na fronte,
E ao teu lado uma arma mágica sempre estará,
E será o senhor de toda a Terra da Juventude,
E senhor de Niam dos cabelos dourados

Ao terminar de ouvir tão bela canção, Oisin estava encantado e completamente enfeitiçado que lá foi ele montar o corcel mágico, e, sustentando a donzela em seus braços desapareceu como um raio de luz no bosque.

 


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Lunna Guedes é poeta, escritora, bruxa, um pouco disso, um pouco daquilo… Escreve no blog Casa do Mago as segundas e sextas-feiras e diariamente em seu Blog Teorias Impossíveis


Artigos anteriores sobre o mesmo tema:
As muitas lendas Celtas
Uma nova realidade na ilha
A civilização Nemed
Os Celtas na Irlanda
A religião Celta
Os bárbaros estão chegando
Os Celtas chegam a Etruria
O povo Celta
Um pouco da história do povo Celta

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A Vassoura da Bruxa

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Tanto em Mabon quanto em Samhain é costume preparar uma nova Vassoura que acompanha os praticantes da Arte em suas limpezas astrais…

Se deixada sobre a entrada de uma casa, ela "varre" todas as energias negativas que forem “lançadas” para a casa ou para alguém que more nela. Se colocada embaixo do travesseiro, ela traz bons sonhos e protege o sonhador.

As bruxas européias foram relacionadas a este objeto por causa da persiguição imposta aos praticantes de magia que diziam vê-las voando em suas vassouras. Fato  que ainda nos dias atuais segue sendo explorado  em filmes, desenhos e pelo próprio folclore criado acerca do tema.

Mas as vassouras eram utilizadas pelos praticantes da arte para purificar simbolicamente o local onde os rituais eram praticados e também nas danças rituais em que elas percorriam um círculo imaginário, dançando e realizando o ato de varrer o ar. Daí talvez tenha surgido a idéia de voar em vassouras.

O fato é que a vassoura é para aqueles que praticam a Arte um objeto de purificação que ajuda a limpar o ar das impurezas ou de energias acumuladas com o passar dos dias.

 

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Para fazer sua vassoura você vai precisar:

Um cabo de canela ou um galho de árvore comum (lembrando que nesse caso especificamente, o galho não pode ser colhido, ele precisa ser encontrado junto a natureza)
Pedaço de sisal
Ramos de alecrim, sálvia, hortelã, alecrim (ou outra erva de sua preferência)
Galhos de vidoeiros
Atadura de salgueiro
Fitas nas cores do seu elemento
Símbolos mágicos (pentagrama, pedras)

Reuna os galhos e os ramos amarrando-os todos com o sisal junto ao cabo escolhido por você. Eu sugiro que você amarre um a um para que fique bem firme…

Depois da vassoura estar pronta, você deve acrescentar os símbolos mágicos escolhidos por você. Algumas pessoas gostam de anotar os símbolos mágicos (runicos, entre outros) na vassoura.

Não esqueça de consagrá-la antes de usar e se você já tem uma vassoura não esqueça de queimá-la na fogueira de Mabon porque a sua vassoura também acumula as energias que ela ajudou a banir…

 

francys_thumb[5] Francy´s, é Produtora Cultural em São Paulo e praticante da Grande Arte desde 2001 – escreve aqui na Casa do Mago as quintas-feiras e também em seu Blog Foco Femina, onde nos revela os bastidores da produção do evento Foco Femina…

 

Outros posts sobre o tema neste blog:
Mabon – A segunda colheita
Mabon
Mabon II

Esse texto expressa pura e simplesmente a opinião do autor sobre o assunto, não se trata de uma crítica ou agressão as diversas formas de religião existentes.

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A Arte do Mago II

Incensário para Mabon

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Material utilizado.
Batente de porta antigo

Detalhe.
Peça invernizada com anel de proteção metálica (alumínio ou latão) para evitar queirmar a madeira durante a queima do incenso.

Tamanho da peça:
10 centimentos de diâmetro interno

Quantidade disponivel para venda:
05 peças

Valor da unidade.
R$ 15,00

Brinde.
Um incenso budista com 15 varetas

Entrega via sedex:
Para São Paulo e interior 03 (cinco) dias úteis
Demais localidades 06 (seis) dias úteis

Encomendas:
Email. eng.marcoguedes@gmail.com
Fone (11) 9355-1774

E que o mundo continue em crise…

Notou que de repente a vida do ser humano aqui na Terra passou a ser representada por números? Sim, é um tal de quanto eu ganhei esse ano? Quanto vou ganhar no ano que vem? E ninguém sabe dizer exatamente quando foi que isso tudo começou… Mas repentinamente as pessoas se voltaram esse universo parco que nos exibe um cenário dantesco. Você encontra alguém no meio da rua e está lá aquela pessoa se arrastando pela própria vida, cansada, exausta, com uma aparência lamentável que te diz num tom pouco agradável “tudo bem” e você até se arrepende de ter cumprimentado aquele pedaço de ser humano…

As pessoas simplesmente deixaram de lado todas as coisas boas para dar ênfase a coisas como somar, dividir, lucrar, aumento de produtividade… Então, de repente tudo desaba. É a tal da crise mundial ou marolinha como foi carinhosamente apelidade por aqui pelo Sr. Presidente da nação…

Há tempos o talento passou a ser verificado pela capacidade que o ser humano tem de “fazer dinheiro”. A genialidade passou a ser modo de “obter fama” e por aí vai… O que há de errado com o talento apenas para a Arte que produziu muitas pessoas avessas ao lucro, a capacidade de “monetizar”? O que há de errado com os gênios que só querem descobrir a origem de coisas banais sem verificar quantos carros irá comprar quando sua idéia for validada por uma grande empresa do ramo?

É triste o mundo precisar de uma crise a nível mundial para verificar que os valores estão desgastados, que as pessoas passam menos tempo umas com as outras porque só dão valor ao número frio da linhda de baixo da equação que representa: quanto eu vou ganhar? Quanto eu vou ter? Como se isso fosse determinar o tipo de individuo que realmente se é…


Lamentável, mas eu quero sim que o mundo continue em crise, para quem sabe assim a gente se dedique a ler mais poesia, a ouvir mais músicas, que entenda que é bom se dedicar ao trabalho, mas que tudo tem limite, que ninguém precisa ter tanto dinheiro assim para ser feliz – que felicidade não precisa de números e sim de individuos com a capacidade aguçada de identificar coisas simples como a sombra de uma árvore num momento de calor intenso, um copo de água fresca quando se tem seca, um bolo preparado no meio da tarde servido quentinho com uma xícara de chá, uma pausa repentina para conversar, namorar, assistir um filme que despretensiosamente foi encontrado na televisão, ler aquele livro que esta lá na estante há tempos, passear com o filho no parque, com o cão pelo bairro…

Ou será que teremos que esperar por um câncer incurável, um enfarto ou qualquer outra doença grave para entender que a vida é curta e precisa ser vivida intensamente?

Conheci muitas pessoas que não sabiam a real idade de seus filhos, que desconheciam netos e só notaram que tinham sido abandonados por esposas, esposos e amigos quando foram atingidos por uma doença!

Então, melhor que seja uma crise mundial e que ela sirva para nos fazer prestar atenção nas coisas que realmente têm valor…

Mas dizem por aí que a crise já está passando ou que pelo menos a parte mais difícil da crise já passou. Difícil saber se é verdade, caso seja, será que aprendemos alguma coisa?

 


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Marco Antonio
descobriu o universo dos blogs há pouco tempo, ao mesmo tempo em que descobriu o prazer de transformar madeiras que são jogadas no lixo em pequenas coisas interessantes… Artesão desde então, ele criou o blog A Casa do Mago no qual escreve sem compromisso sempre que possível… Praticante da Arte desde 2004 – ele, sem dúvida vive em constante estágio de aprendizado…

É proibido fumar…

 


Sim, desde o mês de agosto está em vigor a lei determina que é Proibido Fumar em recintos fechados no Estado de São Paulo. Uma lei que gerou muitas reclamações de fumantes e de não fumantes também.

Muitas pessoas não gostam da postura por trás da lei, já que consideram muito autoritária tal atitude…

Autoritária ou não – o fato é que não seria preciso uma lei como esta se os fumantes fossem educados o bastante para saber que a fumaça não é nada obediente e mais, é bastante inconveniente também…

Se você fuma, claro que não deve se incomodar com a fumaça, mas para que não fuma ou simplesmente parou de fumar, a fumaça é algo muito desagradável. E para aqueles que defendem a teoria de áreas para fumantes e não fumantes, vale o alerta que em cada dez espaços fechados em São Paulo, apenas um ou outro oferece realmente uma condição adequada para que o não fumante não seja incomodado pela fumaça. A maioria dos exaustores são ineficientes!

Mas se você faz parte do grupo que acha que o Estado está sendo autoritário impondo uma lei contra o fumo – fique sabendo que a coisa vai muito mais além. Desde fevereiro de 2005 entrou em vigor a Convenção Quadro para o Controle do Tabaco (CQTC), um tratado feito pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e assinado por 192 países, dentre eles, o Brasil.

A Irlanda foi o primeiro país do mundo a aprovar uma lei nacional de banimento do fumo, em 2004, antes mesmo da CQTC entrar em vigor. A idéia logo foi seguida pela Noruega, Suécia e Nova Zelândia.

Também em 2004 o Butão (Ásia) adotou a mais radical medida para combater o fumo:  banindo totalmente o tabaco de seu território, proibindo inclusive a venda de cigarros. A lei não proíbe que  as pessoas não comprem cigarros em outros países, mas estes estão sujeitos a um imposto altíssimo que chega a 100% do valor adquirido em cigarros.

Em 2006, no Canadá, as províncias de Ontário e Quebec aprovaram uma legislação rigorosa após a morte de uma garçonete que era uma “ativista antitabaco”. Ela acabou virando uma celebridade ao assumir na televisão que desenvolveu um câncer de pulmão por ser fumante passiva em seu ambiente de trabalho.

Nos Estados Unidos já são 2.300 cidades que incluíram o tabaco em sua lista negra, dentre elas estão: Nova Iorque, São Francisco, Los Angeles, Chicago e Washington. No Estado de Ohio é proibido fumar nas entradas dos edifícios, já que a lei obriga que os fumantes permaneçam a pelo menos seis metros de distância do local para que a fumaça não contamine o ambiente de trabalho. Em Luisiana, Arkansas e Texas o tabaco não é permitido nem dentro dos automóveis caso haja a presença de menores de seis anos. Mas é a pequena Calabasas, na Califórnia, que se destaca: desde março de 2006 é a única cidade norte-americana a ser totalmente livre de fumaça, já que lá é proibido fumar até nas calçadas. Os infratores estão sujeitos a multas e até prisão.

Eu não sou fumante e não suporto o cheiro do cigarro e confesso que a proibição do fumo aqui em São Paulo fez diferença em alguns lugares da cidade sim: o Centro Cultural São Paulo (Vergueiro) era um local quase insuportável porque os fumantes estavam por lá em todos os lugares. Para quem conhece o espaço do Centro Cultural sabe o quanto é difícil determinar o que é área aberta do que é área fechada. Estar lá era praticamente um exercício de paciência e mais, pedir gentilmente para que o fumante não exercesse o seu “direito” de não fumar numa área era um ato de agressão. Agora, lá estão os cartazes de “É proibido fumar nesse local”.

Eu deixei de freqüentar muitos lugares por causa do fumo. Porque não sou obrigada a engolir fumaça porque a educação não prevalece. Estou sendo radical? Não, estou sendo sincera, porque são poucos os fumantes que tem consciência e educação…


Certa vez eu disse em alto e bom tom: “Fumante não tem educação” e fui chamada de
exagera, mas quem já não encontrou dúzias de bitucas de cigarro pelas ruas, em vasos, sendo arremessadas antes de se entrar em um ônibus e em tantos outros lugares? Certa vez vi uma plaquinha num vaso “atenção fumantes, vaso de planta não é cinzeiro”.

Eu sempre reclamei do péssimo hábito que as pessoas tem de jogar lixo pela janela do ônibus, do carro, nas calçadas, ruas… Imagina que iria achar gracioso fumante jogando bituca pra todo lado!

No tempo da faculdade tinha uma propaganda que dizia:

O Planeta tem milhões de quilômetros
O oceano tem centenas de quilômetros
O universo então nem se fala
E você vem fumar justamente aqui?

Para quem quer saber mais sobre a Lei contra o Fumo, acesse: http://www.leiantifumo.sp.gov.br/sis/lenoticia.php?id=54

E para os que não gostam de leis que determinam os nosso passos, pensem no seguinte: se a gente fosse consciente, educado e não pensasse apenas em nós mesmos, talvez (apenas talvez) não seria necessário leis nos dizendo o que fazer. Afinal, o meu direito acaba onde o seu começa…

Boa semana a todos vocês
Lunna


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Lunna Guedes é poeta, escritora, bruxa, um pouco disso, um pouco daquilo… Escreve no blog Casa do Mago as segundas e sextas-feiras e diariamente em seu Blog Teorias Impossíveis

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Cozinha da Bruxa II

Imag000 Falar em Mabon é sempre mesmo muito agradável, porque é um dos Rituais que nos permite abusar dos banquetes e a Lu separou algumas receitas bem práticas e apetitosas para aqueles que querem receber os amigos para o próximo Ritual.

Começamos hoje pela sobremesa:

Bolo de Canela

Vamos então aos ingredientes:

4 ovos
2 xícaras de trigo
2 xícaras de açúcar
2 xícaras de leite morno
2 colher de sopa de canela
3 colheres de sopa de margarina
1 colher de sopa de fermento em pó Royal

Preparo.
Bata a margarina no liquidificador até ficar um creme esbranquiçado, acrescente as gemas e o açúcar e vá batendo até formar um creme homogêneo. Comece a acrescentar o leite morno sem parar de bater… Em seguida comece a acrescentar o trigo com a ajuda de uma colher e por fim acrescente a canela. Reserve…

Use a batedeira para bater as claras em neve. É preciso que a clara em neve fique bem firme. Por isso, comece batendo em velocidade reduzida e vá aumentando gradativamente a velocidade. Quando estiver bem firme, comece a acrescentar a outra massa e bata por alguns instantes para que todos os ingredientes fiquem bem misturados…

Prepare o fermento com o auxílio de um pouco de leite morno e junte a massa, batendo em velocidade reduzida, para que a massa ganhe corpo.

Em assadeira redonda de fundo solto, devidamente untada com margarina, despeje a massa e leve ao forno pré aquecido por aproximadamente 25 (vinte e cinco) minutos.

Ps. A Lu diz que o tempo de cozimento da massa varia sempre de acordo com o tipo de forno e de gás utilizado, portanto, para verificar se o bolo está devidamente assado, você pode abrir o forno cuidadosamente após começar a sentir aquele tradicional cheirinho de bolo assado que percorre o ar e ao fazê-lo, bata suavemente com uma das mãos sobre a massa do bolo para sentir a densidade do bolo. Se estiver firme, é sinal de que já está assado. Há quem faça uso de um palito de dente ou de um garfo. Em ambos os casos, se o palito ou o garfo saírem devidamente limpos, é sinal de que o bolo está pronto.

Cobertura do bolo.
1/2 lata de leite condensado
1 xícara de leite
2 colheres de sopa (rasas) de margarina
03 colheres de sopa de chocolate em pó

Leve todos os ingredientes ao fogo brando, mexendo lentamente, sempre no sentido horário, até engrossar. O ponto para tirar do fogo é de brigadeiro mole.

Ps. Depois de retirar do fogo, faça uso de uma colher de pau para bater a cobertura como se fosse bater um bolo a moda antiga. Faça isso por uns dois minutos. A Lu diz que ajuda a açucarar a cobertura, criando aquela casquinha gostosa sobre o bolo. Segredos das bruxas (rs).

Eu já comi esse bolo e posso afirmar que é delicioso… E que bom que Mabon já está próximo, assim terei o prazer de comê-lo novamente, á que alguns pratos a Lu só faz em determinadas épocas do ano.

 

mio amore no banco do brasil Marco Antonio descobriu o universo dos blogs há pouco tempo, ao mesmo tempo em que descobriu o prazer de transformar madeiras que são jogadas no lixo em pequenas coisas interessantes… Artesão desde então, ele criou o blog A Casa do Mago no qual escreve sem compromisso sempre que possível… Praticante da Arte desde 2004 – ele, sem dúvida vive em constante estágio de aprendizado…

A concepção de Bress

Continuando a narrar as lendas Celtas…
Encontrei uma que é realmente interessante e acho que vocês vão concordar comigo porque dá uma idéia de como o povo dos Thuathá De Dannan foi se transformando ao longo dos tempos…

Um dia Eriu, uma das mulheres dos Tuatha De Dannan estava olhando para o mar e a terra de sua casa, quando ela viu o mar perfeitamente calmo como se fosse uma tábua lisa. Ela ficou lá, por um bom tempo apreciando a paisagem e repentinamente foi surpreendida pela imagem de um navio de prata que apareceu como que por encanto.

A corrente do mar trouxe o navio até a terra – foi então que ela viu um homem de bela aparência: ele tinha cabelos dourados que lhe caía por sobre os ombros e uma capa com ataduras de ouro. Tudo naquele homem reluzia: a camisa tinha vários ornamentos dourados, em seu peito um broche com uma enorme pedra preciosa brilhava quando o sol a tocava… Consigo ainda estavam duas brilhantes lanças de prata com ponta de bronze.

O tal homem dela se aproximou dizendo: "Poderia eu, ter um momento de amor contigo?". Ela sorrindo, respondeu: "Certamente ainda não marquei nosso encontro" – mas isso não o demoveu de sua idéia inicial: “Venha ao meu o encontro" e ela não exitou, se deixando seduzir, entregando-se a ele… E quando ele ergueu-se, ela sabia que partiria, então lamentou tal momento, deixando o tal homem inquieto: "Porque você está chorando?” E ela a ele explicou-se"Eu tenho duas razões para lamentar: separar-me-ei de ti, todavia nós nos conhecemos hoje e os jovens homens dos Tuatha De Danann tem implorado em vão me possuir como você fez." Ele manteve os olhos sobre ela e finalmente disse: "Sua ansiedade sobre essas duas coisas será removida," Então ele tirou seu anel de ouro do dedo médio e o colocou na mão dela, avisando-lhe que ela não deveria em momento algum abrir mão daquela jóia. Nem para vender tampouco para presentear outra pessoa. Aquela jóia seria para ser entregue para alguém cujo dedo ele coubesse.
Mas ela tinha outras preocupações: "Eu não sei quem esteve comigo e me possuiu".
"Você não ficará ignorante de tal pessoa. Eu sou Elatha mac Delbaith, rei dos Fomorianos e você dará a luz a um filho como resultado de nossa união, e não darás outro nome a ele além de Eochu Bres (isto é, Eochu, o belo), porque cada bela coisa que se ver nesta ilha, como planície e fortaleza, cerveja e vela, mulher, homem e cavalo serão julgados em relação e este menino, de forma que as pessoas dirão a estas coisas, ‘Isto é um Bres.’" Dito isso, o Rei dos Fomorianos foi embora, e a mulher retornou a sua casa, e a famosa fecundação se deu nela.
O menino nasceu algum tempo depois e a ele foi dado o nome Eochu Bres como Elatha havia dito. Uma semana depois do acontecimento o menino já tinha duas semanas de crescimento e ele manteve esse crescimento por sete anos, ao fim dos quais havia se desenvolvido como uma criança de quatorze anos.

 

coisas do blog 013_thumb[3] Lunna Guedes é poeta, escritora, bruxa, um pouco disso, um pouco daquilo… Escreve no blog Casa do Mago as segundas e sextas-feiras e diariamente em seu Blog Teorias Impossíveis

Artigos anteriores sobre o mesmo tema:

Uma nova realidade na ilha
A civilização Nemed
Os Celtas na Irlanda
A religião Celta
Os bárbaros estão chegando
Os Celtas chegam a Etruria
O povo Celta
Um pouco da história do povo Celta

Esse texto expressa pura e simplesmente a opinião do autor sobre o assunto, não se trata de uma crítica ou agressão as diversas formas de religião existentes.

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Mabon “A Segunda Colheita”

imageFoto de uma Cornucópia

Uma das atividades que eu mais gosto em Mabon é a passagem do “Cálice da Gratidão” – a Sacerdotisa abençoa o líquido, consagrando-o em nome da Deusa. Bebe um gole dizendo “essa é a minha colheita – que ela seja vindoura” e passa para o de mão em mão dizendo “que sua colheita seja vindoura” e o gesto é repetido até o liquido ser terminado.

Mas há muitas outras atividades que podem ser realizadas nesse Equinócio, como por exemplo:

- fazer vassouras mágicas
- caminhar pelo campo recolhendo galhos e folhas
- colher ervas e sementes
- fazer uma cornucópia
- fazer travesseiros dos sonhos com folhas
- preparar arranjos de folhas secas
- fazer doce de abóbora, de maçã, moranga…
- separar batatas para assar
– preparar bebidas de Mabon

image
Algumas características de Mabon:
Cores: marrom, verde, amarelo, vermelho.
Nome alternativos: Equinócio de Outono, Encontro do Inverno, Winter Finding, Alban Elfed, Festa de Avalon.
Deuses: do vinho e colheita.
Ervas: alecrim, calêndula, sálvia, noz, folhas e cascas, visco, açafrão, camomila, folhas de amêndoa, frankincenso, rosa, agridoce, girassol, trigo, folhas de carvalho, maçã seca ou sementes de maçã.
Pedras: âmbar, peridoto, diamante, ouro, citrino, topázio amarelo, olho-de-gato, aventurina.
Comidas e Bebidas Sagradas: abóboras, todos os tipos de grãos, pães, bolos, todos os tipos de raízes, batatas, nozes, sidra com canela, vinho.

A Arte do Mago I

Maleta com alça

A partir de hoje começo a postar aqui na Casa do Mago, sempre as quartas-feiras alguns dos itens que vou disponibilizar para venda nos meses de Agosto e Setembro. São peças do Mago feitas a partir do tema: Mabon (próximo Ritual da Roda do Ano).

A série será composta por 8 (oito) peças, feitas sempre a partir de madeira reaproveitada, seguindo o pensamento dos três R – reaproveitar, reduzir, reciclar. É assim que a gente consegue transformar o lixo em algo que pode ser aproveitado durante muito tempo e de forma totalmente agradável…

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Material utilizado.
Caixa de frutas de feira
Compensado de revestimento de porta

Detalhe.

Peça envernizada
Alça com 11 centímetros de cumprimento
4,5 centímetros de altura

Tamanho da peça:
25 centímetros de largura
33 centímetros de cumprimento
09 centímetros de altura

Quantidade disponível para venda:
03 peças

Valor da unidade.
R$ 45,00

Entrega via Sedex:
Para São Paulo e interior 03 (cinco) dias úteis
Demais localidades 06 (seis) dias úteis

Encomendas:
E-mail. eng.marcoguedes@gmail.com
Fone (11) 9355-1774

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